segunda-feira, 25 de julho de 2011

  Foi morto lentamente com requintes de crueldade, exposto em praça pública, humilhado, as vísceras à mostra declaram o constrangimento.
  Não houve piedade, sequer a sua prole foi poupada, hipócritas, amantes de si mesmos, mentirosos   e
cruéis, maquinaram contra ele às escondidas, encontros furtivos típicos dos que se esgueiram por becos
fétidos, fétidos por serem usados pela escória.
  Frios, egoístas, "espíritos opacos", riram dele com prazer, psicopatia?
  O "golpe de misericórdia" que terminaria o sofrimento, não fez o seu trabalho; agonizou ainda por um
tempo que parecia sem fim, meses de dor latejante, enfim, após a impressão que se levantaria entre os
restos, não resistiu. Resta a lembrança de dias ensolarados e sorrisos espontâneos, só lembranças...

Jahmatt-luz

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